terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Jovens, Lindas e Grisalhas!

Sara Harris: Editora de Moda da Vogue

Sam Gold: modelo

Rubia Rubita: 40 anos, assumiu os gris aos 38 anos

 Kika: Há quase 6 meses sem tinta
 
 Elisa Colepicolo - 34 anos

 Carla Vilhena - Jornalista da TV Globo

Por que jovem tem cabelo branco sim!
Por que algumas o cabelo branco pode aparecer ainda na adolescência.
Por que ninguém deve ser obrigada a pintar o cabelo, se não quiser, nem ser julgada por isso!

Por que cabelo grisalho/cinza/branco pode ser bonito sim!

PS: Todas as mulheres das fotos tem o cabelo natural (sem tinta)

Para quem quiser seguir:

Rubia Rubita: http://www.rubiarubitahome.com
Kika: https://www.youtube.com/user/PaginadaKika
Elisa: https://projetogris.wordpress.com/
Carla Vilhena: https://carlavilhena.com.br/

Fonte das Photos: Sites, Blogs e Google.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Afinal, Cabelo Branco envelhece?

Silvestorm: Modelo, mais de 50 anos, cabelos grisalhos e linda!
 
Será que o cabelo branco envelhece mesmo? 
Que tal repensar os seus conceitos? 
 
As mulheres no Brasil morrem de medo de admitir (e mostrar) que tem cabelos brancos.
Agora que resolvi assumir os meus fios, fico cada vez mais impressionada com a pressão que nós mesmas, nos impomos, de forma desnecessária.
Argumentos como:
 
"Você vai parecer mais velha com o cabelo branco!"
Será?
 
Annika Von Holdt


"Cabelo branco é coisa de velha!"
 
É mesmo?
 


"Não tem como ser bonita com cabelo branco!"
 
Não mesmo?
 


"Você é muito nova para ter cabelo branco!"
Sou?
 
Sara Harris - editora de moda da Vogue, menos de 40 anos

Bem, pelas fotos que coloquei aqui vemos que:
a) Não é o cabelo branco que vai deixar você mais velha 
Pode ser sua roupa, sua postura, seu corte (ou falta dele), etc...
Você pode pintar o cabelo e colocar uma cor que vai te deixar mais velha, mesmo sem ser a branca.
Quando a cor natural do seu cabelo pode sim, ser linda e não te envelhecer.
b) Cabelo branco não é coisa de velha
Tem meninas que começam a ter cabelo branco com 15, 20, 30 anos.
Tem muitas mulheres que aos 30/40 anos tem mais cabelos brancos que muitas senhoras com 50.
O cabelo branco é a falta da cor, do pigmento; e não é coisa (somente) de velha.
c) Você pode ser linda com os seus cabelos brancos/grisalhos
A sua beleza não reside (somente) no seu cabelo e não é a cor do cabelo que define se alguém é bonito ou não.
A pessoa pode pintar o cabelo a cada 15 dias, nunca mostrar os fios brancos, e não ser bonita - porque não cuida de outras coisas (corpo, roupa, corte cabelo e, principalmente, do interior).
d) Não sou muita nova, porque cabelo branco não tem idade
Fui essa semana no salão e ouvi isso.
Aí respondi: 
"Também me acho nova. Mas se eles apareceram... O que fazer?"
rs
Pintar? Só porque todas pintam? Não!
Há opção!
Se assumir!
Se gostar como você é!

Como já falei acima, o cabelo branco não tem relação (somente) com a idade, já que muitas meninas novinhas (15-20 anos) já tem cabelos brancos. O surgimento dos brancos tem relação com a ausência/diminuição de melanina (que ocorre com a idade), mas, também, com a hereditariedade, deficiência hormonal, etc.
O importante, penso eu, é acabar com esse "estigma" de que:
Branco envelhece.
Cabelo branco é feio.
Mulher de cabelo branco é desleixada  
(experimenta pintar o cabelo sempre e não cuidar do corpo).
Não tenho nada contra que pinta, mas, contra a OBRIGAÇÃO de se pintar o cabelo; de não poder se assumir, sem que os outros te digam (sem você perguntar) que isso é coisa de velho, que você é nova para isso, que vai te envelhecer... porque esses argumentos não são consistentes e não se sustentam.
Sinceramente:
Será que é mais feio uma mulher nos seus 40/50 anos de cabelo grisalho OU uma mulher nos seus 60/70/80 com cabelos vermelhos, cor de graúna.. rsrs.
Quem é mais artificial?
Quem está se enganando?
Quem vai parecer mais jovem e quem vai parecer mais velha?
Fonte: 
Sobre o surgimento dos brancos: Dra. Ana Flávia (dentre outros)
Fotos: Internet (Google)

domingo, 18 de dezembro de 2016

Respeite meus Cabelos Brancos!




OS CABELOS BRANCOS SÃO UMA COROA DE GLÓRIA
A QUEM SE ENCONTRA NO CAMINHO DA JUSTIÇA!
PROV 16, 31


Sempre achei bonito as senhorinhas de cabelo branco.
Pensava, vagamente, em ficar assim.
Há alguns anos vi uma senhora com cabelo chanel, todo branco; lindíssimo!!!
Ela frequenta a Igreja. Altiva, nada de senhorinha, devia ter seus 50/60 anos. E era/é linda!
Até que meus cabelos brancos começaram a aparecer.
E agora????
No início pintei; desde julho não retoco a raiz.
Nem tem muito, na verdade, mas como meus cabelos são escuros, aparece mais e eles são atrevidos, ficam bem na frente; da metade para baixo não tem branco.
Então, agora que surgiu a "hora", na verdade, passou (rsrsrs), de retocar; comecei a pensar por que não deixá-los e assumir os brancos que irão surgir?
Vi esse provérbio que coloquei e isso me pareceu um sinal.
Aí comecei a pesquisar sobre o assunto e vi que tem muitas mulheres, mais novas, mesma idade e mais velhas do que eu que estão assumindo os seus cabelos brancos.
Vi artigos.
Vi vídeos.
Descobri que tem um livro escrito por uma mulher contando a trajetória dela ao decidir assumir os brancos. Não achei para comprar, esgotado nas livrarias.
 
 
Sei que não será fácil; que serei questionada; julgada; questionada de novo...rsrs..
Mas, por que não tentar?
Se deixar escuro, haverá quem vai perguntar porque não clarear...
Se ficar loira, haverá quem não vai gostar.
Se eu ficar ruiva, também ouvirei críticas.
E, se deixa-los grisalhos, não será diferente.
Portanto, de todas as formas, vai ter quem goste, vai ter quem não goste.
O importante, é eu gostar. Eu me sentir bem.
Se não ficar bom, se eu me cansar... tenho a opção de pintar.
Não quero ficar loira (nada contra);
Não tenho saco para ir a salão a cada 15 dias... eu ficava 2/3 meses para retocar a raiz.
Um dia, mais velha, certamente iria querer assumir os brancos; então, vi que o melhor é assumir logo, será menos traumático para mim (pelo menos) e para os outros.
Encontrei uns vídeos da Rubia Rubita onde ela fala sobre a questão. Ela decidiu assumir e radicalizou, já tinha muitos cabelos brancos; foi, certamente, muito sofrido, então, melhor assumir logo. Olhem as fotos dela, antes, durante e depois.
Pessoalmente, prefiro muuuito mais o cabelo dela agora, grisalho, do que antes, loira. 
 
 Rubia Rubita antes (loira) aos 38 anos
 Rubia Rubita durante (decidiu radicalizar ao optar por assumir os brancos) com 38/39 anos
 
Rubia Rubita com os cabelos já maiores e grisalhos aos 40 anos
 
NÃO PODES FAZER UM CABELO  TORNAR-SE BRANCO OU NEGRO.
MATEUS 5, 36b
Então, orem por mim.
Digam o que acham sobre o assunto!
 
 
Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!
 

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

TROMBOSE E O ANTICONCEPCIONAL!

 Universitária descobre trombose venosa cerebral após uso contínuo de anticoncepcional

A universitária Juliana Pinatti Bardella, de Botucatu, interior de São Paulo, descobriu uma trombose venosa cerebral após fazer o uso contínuo de anticoncepcionais, recomendados por um médico. Ela narrou sua história pelo Facebook, nesta terça-feira, 2, e tem sido amplamente compartilhada na rede social.

No texto, Juliana conta que procurou uma médica do hospital de sua cidade porque sentia fortes dores de cabeça, mas recebeu apenas um diagnóstico de enxaqueca e não pediu exames neurológicos mais profundos, mesmo depois que ela mesma insistiu para fazer.

"Era sexta-feira, dois dias após ter ido ao hospital. Acordei pela manhã para ir à aula, quando fui levantar da cama minha perna direita não respondeu ao meu comando, mas com algum esforço levantei. Escovando os dentes percebi que minha mão direita também não estava normal. Tentei me vestir, sem sucesso. Aquilo estava muito estranho, então não fui a aula e resolvi esperar passar. Não passou", descreveu.

Depois de ter a visão prejudicada, mais dor de cabeça quando passou o efeito do remédio para enxaqueca passou e não conseguir fazer atividades simples do dia a dia, ela conseguiu autorização para fazer uma ressonância magnética e chegou ao diagnóstico: trombose venosa cerebral, é um tipo de acidente vascular cerebral em que um coágulo de sangue entope uma das veias do cérebro, impedindo a circulação de sangue e a oxigenação.

"Foi um choque, não consegui entender bem o que estava acontecendo, o médico me perguntou se eu tomava anticoncepcional, eu disse que sim, há cinco anos, e então ele disse que essa poderia ser a causa do problema. Cinco anos de Yaz, três ginecologistas diferentes, e nenhum me alertou sobre a trombose, mesmo perguntando a respeito, nenhum falou que seria um risco. Não tenho histórico familiar, não sou fumante e os exames de sangue estavam normais, não tinha predisposição a ter trombose", explicou.

O post já foi compartilhado por 17 mil pessoas em menos de 24 horas e serve como um alerta para mulheres que usam anticoncepcionais.

Leia o texto na íntegra:

"Última cartela. Último comprimido.
Começou com uma pequena dor de cabeça. A dor foi aumentando gradativamente durante três semanas, até ficar insuportável.
Fui ao hospital em Botucatu, onde a médica me receitou remédios para enxaqueca, não pediu nenhum exame e não quis me encaminhar para um neurologista (mesmo com minha insistência), pois disse que não era o caso.
Era sexta-feira, dois dias após ter ido ao hospital. Acordei pela manhã para ir à aula, quando fui levantar da cama minha perna direita não respondeu ao meu comando, mas com algum esforço levantei. Escovando os dentes percebi que minha mão direita também não estava normal. Tentei me vestir, sem sucesso. Aquilo estava muito estranho, então não fui a aula e resolvi esperar passar. Não passou.
Alguns minutos depois peguei o celular para fazer uma ligação, mas foi muito difícil, fiquei muito tempo olhando para a tela sem saber o que fazer, como se tivesse esquecido como manusear um telefone. Deixei o celular de lado e fui ao banheiro, e para o meu maior desespero não sabia mais usar o banheiro, fiquei olhando pela porta e não sabia mais por onde começar, como isso era possível?
Minha visão começou a ficar turva depois de algum tempo. Já não conseguia fazer nada sozinha, não realizava nenhum raciocínio básico.
Minhas amigas que moram comigo me socorreram, me ajudaram a usar o banheiro, fizeram as ligações que eu precisava, me ajudaram a comer, e principalmente, me mantiveram calma para esperar até que minha mãe ,vindo de outra cidade, chegasse.
Meus pais resolveram me levar com urgência para um hospital em São Paulo, na viagem o efeito do remédio para enxaqueca havia passado, a dor voltou muito mais forte.
No hospital realizei alguns exames, administraram três medicamentos para a dor, sem sucesso, a dor continuou forte. Em poucas horas fui chamada para saber o resultado dos exames e na ressonância magnética foi diagnosticada trombose venosa cerebral.
Foi um choque, não consegui entender bem o que estava acontecendo, o médico me perguntou se eu tomava anticoncepcional, eu disse que sim, há cinco anos, e então ele disse que essa poderia ser a causa do problema.
Cinco anos de YAZ, três ginecologistas diferentes, e nenhum me alertou sobre a trombose, mesmo perguntando a respeito, nenhum falou que seria um risco. Não tenho histórico familiar, não sou fumante, e os exames de sangue estavam normais, não tinha predisposição a ter trombose.
Foram três dias dentro da UTI, e um total de quinze dias de internação. A causa era mesmo o anticoncepcional, um remédio que era pra estar me ajudando, mas que ali poderia ter me causado uma seqüela irreparável ou até mesmo algo pior.
De certa forma me culpei por ter ignorado as notícias sobre a trombose que via na internet ou que ouvia falar. Confiava demais no YAZ, confiava demais em mim mesma, pensava que aquilo não iria acontecer comigo.
Após o diagnostico parece que virei um imã de histórias de trombose, ouvi incontáveis casos como: a amiga que teve trombose na perna ou no braço, a outra amiga também com trombose venosa cerebral que teve que realizar cirurgia, a menina que tem que tomar anticoagulante pro resto da vida por causa da trombose, e o pior, como a amiga que morreu de tromboembolismo pulmonar.
Todos os casos eram mulheres jovens e que tomavam anticoncepcional.
Não sou contra o anticoncepcional, acredito que ele traga benefícios sim, mas sou contra a negligência de se receitar anticoncepcional indiscriminadamente sem informar adequadamente seus riscos, e da própria negligência de tomar um medicamento durante tantos anos sem desconfiar que poderia ser prejudicial e poder levar até mesmo a morte.
Mulheres, preocupem-se, pesquisem e perguntem!"

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

A FALSA SEGURANÇA DO PRESERVATIVO DE LÁTEX


(a castidade continua sendo o único preservativo eficaz no contágio da AIDS) 


Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz



Imagine que o governo brasileiro distribuísse milhões de coletes a prova de balas a fim de que os brasileiros pudessem praticar “roubo seguro”. Tal atitude, se não fosse cômica, seria insultuosa. Ao fazer isso, o governo estaria chamando os cidadãos de ladrões. Mais que isso: estaria legitimando o roubo. 

“Quem procura o bônus deve aceitar o ônus”. Ninguém tem o direito de roubar. Se roubar, já deve estar contando com a possibilidade de ser preso ou de receber tiros da polícia. Não é função do governo garantir aos ladrões a segurança em seu “trabalho”. 

Coisa semelhante, mas muito pior, está acontecendo agora. O Ministério da Saúde distribui anualmente milhões de preservativos durante o carnaval a fim de que os brasileiros possam praticar “sexo seguro”. Ao fazer isso, o governo está chamando os cidadãos de devassos e libertinos. Mais que isso: está legitimando a devassidão e a libertinagem

“Quem procura o bônus deve aceitar o ônus”. Ninguém tem o direito de unir-se ao corpo alheio antes do casamento (fornicação), de trair o cônjuge (adultério), de vender o próprio corpo (prostituição), de praticar atos antinaturais (homossexualismo). Quem pratica tais pecados contra a castidade, já deve estar contando com a possibilidade de contrair a AIDS ou outra doença sexualmente transmissível. Não é função do governo garantir aos devassos a segurança em suas aberrações. 

Há defensores do governo que dizem que a campanha em favor do preservativo é um “mal necessário”. Argumentam eles que, como hoje é inútil falar de castidade aos jovens e adolescentes, a única “solução” é oferecer-lhes um meio para pecar com segurança. 

Tal argumentação é falaciosa. Para uma população que já se houvesse bestializado a ponto de não querer ouvir falar de castidade, a solução seria alertá-la para os riscos do pecado que pretende cometer. Assim, os libertinos, cientes de que podem contrair uma moléstia mortal e incurável, ainda que levados pelo instinto de sobrevivência, abandonariam a libertinagem. 

Além disso, para decepção dos defensores do “pecado seguro”, os jovens não estão tão endurecidos como se pensa. Prova disso é a ótima aceitação que tem tido no meio juvenil o livro “Descobrindo a castidade”, cuja segunda edição está para ser lançada. Os jovens gostam de desafios. Alegram-se quando veem alguém que não os trata como quadrúpedes. Entendem perfeitamente que não são como os irracionais, escravos dos seus instintos, que na época do cio agridem cegamente o animal do outro sexo para acasalar-se. Compreendem que o instinto reprodutor, presente no homem, deve ser governado pela razão. Daí a necessidade de guardar a virgindade antes do casamento, e de guardar a fidelidade conjugal depois dele. 

Existe pecado seguro? 

Há muito tempo os criminosos estão à procura do crime perfeito. Enquanto isso, o Ministério da Saúde apregoa o pecado seguro. Mas pode haver segurança para quem transgride a lei de Deus? 

São Paulo diz que os gentios (os não judeus), “tendo conhecido a Deus, não o honraram como Deus nem lhe renderam graças” (Rm 1,21). E prossegue: “Por isso Deus os entregou a paixões aviltantes. Suas mulheres mudaram as relações naturais por relações contra a natureza (alusão ao homossexualismo feminino); igualmente os homens, deixando a relação natural com a mulher, arderam em desejo uns para com os outros, praticando torpezas homens com homens (alusão ao homossexualismo masculino) e recebendo em si mesmo a paga da sua aberração” (Rm 1,26-27). 

Quem profana o sexo, que é tão sagrado quanto a vida, não deixa de receber o castigo. No exemplo fictício dos ladrões, o colete a prova de balas de maneira nenhuma asseguraria um “roubo seguro”. Mesmo usando o colete, os ladrões poderiam ser atingidos na cabeça, nas pernas ou nos braços. Da mesma forma, o famigerado “preservativo” de maneira nenhuma assegura aos fornicadores, adúlteros, prostitutos e homossexuais um “pecado seguro”.

Contra fatos não há argumentos 

Imagine-se sentado na cadeira de um consultório odontológico e sentindo uma dor alucinante enquanto o dentista aplica a broca sobre um dente cariado. O profissional argumenta que você não pode, de modo algum, estar sentido dor. E isso, por vários motivos: a região foi bem anestesiada; já houve tempo mais do que suficiente para que o anestésico fizesse efeito; e, além disso, a perfuração da broca não foi muito profunda. Pergunto: toda essa argumentação faria a dor desaparecer? Você simplesmente responderia: “Sinto muito, doutor, mas apesar de tudo, estou sentindo dor”. 

Assim, é totalmente inútil que o Ministério da Saúde tente convencer que o preservativo é impermeável ao HIV usando argumentos como este:

Pesquisadores dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos esticaram e ampliaram 2 mil vezes o látex do preservativo masculino (utilizando-se de microscópio eletrônico) e não foi encontrado nenhum poro. Em outro estudo, foram examinadas as 40 marcas de camisinha mais utilizadas em todo o mundo. A borracha foi ampliada 30 mil vezes (nível de ampliação que possibilita a visão do HIV) e nenhum exemplar apresentou poros[1]. 

Toda essa argumentação de que o preservativo não deveria deixar passar o HIV cai por terra diante do fato de que ele deixa passar não só HIV, mas até mesmo o espermatozoide! 


De fato, os preservativos de látex nunca foram considerados um método eficaz de se evitar gravidez (eu disse gravidez e não AIDS). Os preservativos têm uma taxa anual de sucesso de 85% na prevenção da gravidez. Há uma falha de 15%[2]. Ninguém até agora foi louco o suficiente para negar que a mulher que usa preservativo pode engravidar, e que de fato, muitas vezes engravida

Mas convém lembrar duas coisas: 

a) a mulher só engravida em cerca de 6 dias por mês, enquanto o HIV pode infectar uma pessoa durante os 30 dias do mês. 

b) o espermatozoide, que consegue passar pelas fissuras microscópicas do preservativo em 15% dos casos, é 450 vezes maior que o HIV! Só a cabeça do espermatozoide (que mede 3 milésimos de milímetro) é 30 vezes maior que o HIV, cujo diâmetro é 0,1 milésimo de milímetro! 

O que relatei acima são fatos, e contra fatos não há argumentos. Como uma peneira que não consegue reter pedras poderá impedir a passagem de grãos de areia 

Os efeitos da propaganda enganosa 

Ao afirmar categoricamente que o preservativo é impermeável, o Ministério da Saúde está oferecendo ao público uma falsa segurança. O resultado dessa publicidade enganosa é um aumento da prática sexual indiscriminada (antes ou fora do matrimônio, com pessoas do mesmo sexo, com prostitutos e prostitutas...) e, em consequência, o aumento da propagação da AIDS. Isso é coerente com o que admite o Ministério da Saúde sobre o crescimento de infectados entre os jovens: “Em relação aos jovens, os dados apontam que, embora eles tenham elevado conhecimento sobre prevenção da aids e outras doenças sexualmente transmissíveis, há tendência de crescimento do HIV”[3]. 

Segundo relatório da ONU[4], na América Latina “aproximadamente 10 novas infecções por HIV ocorrem a cada hora” (p. 84). “Tem havido um lento, quase estagnante declínio no número de novas infecções entre 2005 e 2013. [...] Entretanto, em países como o Brasil, com um grande número de pessoas vivendo com HIV, as novas infecções cresceram 11%” (p. 88). 

Segundo o Código de Defesa do Consumidor, “é proibida toda publicidade enganosa ou abusiva” (art. 37, caput). Ao omitir a informação de que o preservativo é permeável e, mais ainda, ao assegurar que ele é impermeável, a União federal está incorrendo em publicidade enganosa. Está incorrendo também em publicidade abusiva, uma vez que “é abusiva, dentre outras, a publicidade [...] que seja capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde ou segurança” (art. 37, §2º). O Código pune com detenção de seis meses a dois anos e multa a conduta seguinte: “fazer ou promover publicidade que sabe ou deveria saber ser capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa a sua saúde ou segurança”(art. 68). Além disso, ao infrator é imposta uma contrapropaganda “de forma capaz de desfazer o malefício da publicidade enganosa ou abusiva” (art. 60, §1º). 

Como se percebe, em nosso país essa lei tem sido simplesmente ignorada. Se fosse aplicada, o governo seria forçado a ensinar que não existe segurança fora da lei de Deus. 


Anápolis, 2 de fevereiro de 2015
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz 
Presidente do Pró-Vida de Anápolis


______________

Notas: 
[1] Por que usar a camisinha. Disponível emhttp://www.aids.gov.br/pagina/por-que-usar. 
[2] Cf. JONES, Elise F. & FORREST, Jacqueline Darroch, “Contraceptive Failure Rates Based on the 1988 NSFG (National Survey of Family I Growth)”:'Family Planning Perspectives 24:1 (Jan.-Feb. 1992), pp. 12, 18. Disponível emhttp://www.jstor.org/stable/2135719. 
[3] Aids no Brasil. Disponível emhttp://www.aids.gov.br/pagina/aids-no-brasil 
[4] UNAIDS. The gap report. 16 jul. 2014. Disponível emhttp://ep00.epimg.net/descargables/2014/07/15/af1da747cfd1bb233d64d9ac04939ab1.pdf

Visto em Blog da Família

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Normal ou cesárea? Conheça riscos, mitos e benefícios de cada tipo de parto


Profissionais de saúde ouvidos pela BBC Brasil esclarecem as indicações para cesárea e dizem como gestantes podem se informar e se proteger.
Da BBC

Bebê nascido em cesárea; a cesariana é um recurso importante para salvar vidas, mas não deve ser feita desnecessariamente (Foto: BBC) 

Bebê nascido em cesárea; a cesariana é um recurso importante para salvar vidas, mas não deve ser feita desnecessariamente (Foto: BBC)

Cientistas de 25 países resolveram estudar o impacto da realização de cesarianas em grávidas de gêmeos. O esforço internacional foi motivado pelo aumento do número de cirurgias agendadas nestes casos em todo o mundo devido à crença de que há um risco maior para a mãe e os bebês quando o nascimento ocorre por parto normal. Só nos Estados Unidos, o índice saltou 50% entre 1995 e 2008, para 75% dos partos de gêmeos.

O estudo analisou 2,8 mil partos ao longo de oito anos e seu resultado - publicado no fim do ano passado - vai contra o imaginário coletivo. 'A cesárea planejada não reduz o risco de morte em gravidez de gêmeos', diz o obstetra Renato Sá, vice-presidente da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado do Rio de Janeiro (Segorj), que participou da pesquisa. 'Provou-se que era mito.'

Não se trata do único falso motivo apontado como indicação de cesárea em consultórios Brasil afora. Obstetras ouvidos pela BBC Brasil relatam casos em que mulheres fizeram cesáreas desnecessárias porque 'o bebê é grande ou pequeno demais', 'a mãe tem bacia estreita' ou 'o bebê virou de posição durante o parto'.
Uma dos mitos mais frequentes na indicação de cesariana é o bebê estar com o cordão umbilical enrolado no pescoço. 'O cordão é como um fio de telefone: para enforcar a criança, seria necessário muito esforço', diz Sá. 'De qualquer forma, quando ela desce pelo canal vaginal, o cordão vai se desenrolando.'

Na verdade, são poucas as situações que podem ser solucionadas apenas pela cesariana, segundo os médicos consultados para esta reportagem. Uma delas é quando a placenta se desloca e bloqueia a saída do bebê, fenômeno conhecido como placenta prévia total. A força feita pela criança ao tentar nascer pode causar uma hemorragia grave e o óbito da mãe e do filho.

Outro caso é a hipertensão desenvolvida pela mulher durante gestação, a eclampsia. 'Se a mãe é diabética grave, também é preciso fazer cesárea', afirma Etevino Trindade, presidente da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Quando a gestante tem um problema de coração grave, a cirurgia deve ser feita.

Ainda estão nessa categoria grávidas portadoras do vírus HIV que tenham uma carga viral alta e imunidade baixa ou com uma lesão de herpes genital ativa no fim da gestação (a cesárea evita o contágio do bebê) e o descolamento prematuro da placenta, que gera risco de sangramento excessivo.

Na maioria dos casos, a situação específica deve ser avaliada. 'Uma cesárea também traz riscos, apesar de serem menores do que no passado', diz o obstetra Pedro Octávio Britto Pereira, professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio). 'É preciso saber qual é a forma de parto mais segura e optar por ela.'

Riscos

Não se pode negar que a cesariana é um recurso valioso para salvar vidas e deve ser usada num quadro crítico. Pode ser o caso, por exemplo, de quando o cordão umbilical sai antes do bebê, durante o parto, fenômeno conhecido como prolapso. Isso corta o fluxo de sangue para a criança. A situação deve ser resolvida em minutos, caso contrário o bebê morre.

No entanto, a cesárea é em geral mais arriscada e pode trazer prejuízos para a mãe e o bebê. O estudo 'Morte materna no século 21', publicado em 2008 no periódico American Journal of Obstetrics and Ginecology, analisou 1,46 milhão de partos e encontrou um risco de óbito dez vezes maior para a gestante em cesarianas. Enquanto a taxa de morte em partos normais foi de 0,2 para 100 mil, no caso das cesáreas chegou a 2,2 por 100 mil.

Deve-se levar em conta que, em parte dessas cesáreas, a situação já era emergencial e mais arriscada. Mas o aumento do agendamento deste tipo de parto torna o índice preocupante. A cesárea é uma cirurgia e pode gerar hemorragia, infecções e danos a órgãos internos da gestante, sem que fosse necessário assumir o risco de ter estas complicações.

O maior número de cesáreas agendadas também coincide com o aumento de bebês prematuros, já que a idade gestacional não pode ser calculada com exatidão. Isso faz com que nascimentos ocorram muito antes do recomendado, algo associado a problemas respiratórios no bebê.

O parto normal traz benefícios para o bebê e a mãe. Durante o parto, a mãe produz os hormônios oxitocina, que estudos indicam ser capaz de proteger o recém-nascido de danos no cérebro e ajudar no amadurecimento cerebral, e prolactina, que favorece a amamentação. 'O parto normal é um processo fisiológico normal. Não há por que transformar isso num procedimento cirúrgico sem necessidade', afirma Sá, do Segorj.

Uma situação em que a cesárea costuma ser pré-agendada no Brasil é quando o bebê está 'sentado' na barriga da mãe. Isso gera o risco da sua cabeça ficar presa na pélvis da mãe. Mas a cesárea não é a única saída. O médico pode tentar, durante a gestação, colocar manualmente o bebê de ponta cabeça, posição mais indicada para o nascimento, por meio de uma manobra conhecida como versão externa.

Ter feito duas cesáreas anteriormente também não é indicação absoluta de necessidade de nova cesárea. Como o útero tem cicatrizes de operações anteriores, elas podem se romper durante o parto normal. 'Mas a literatura médica indica que a mulher tem o direito de tentar porque o risco absoluto é baixo, de menos de 1%', afirma o obstetra Jorge Kuhn. 'Se os pais acharem que ainda assim é um risco alto, é melhor nem tentar.'

Informação

Os obstetras ouvidos pela BBC Brasil são unânimes numa questão: a melhor forma da mãe tomar uma decisão é informar-se. É possível consultar os sites da Febrasgo e da Associação Médica Brasileira, órgãos que publicam diretrizes sobre partos normais e cesarianas. Os colégios de ginecologia e obstetrícia dos Estados Unidos, da Austrália, do Canadá e do Reino Unido servem de referência para profissionais de todo o mundo.

'Se a mulher não vai atrás de informação, ela dá ouvidos aos relatos de amigas e parentes. Muitas dessas mulheres fizeram cesáreas por razões que consideram justificáveis, mas que não são', afirma Kuhn. 'A mãe também pensa que o médico estudou muito para se formar e que não tem autoridade para questioná-lo. Mas é importante que ela saiba as indicações reais e seus direitos para ser a protagonista de seu parto, em vez de delegar isso ao obstetra.'

Caso a mulher opte pelo parto normal, é indicado que ela descreva num documento o plano de parto, como gostaria de ser tratada antes, durante e depois, deixando suas preferências claras para a equipe médica. São importantes dados como quem será o acompanhante, as intervenções médicas bem-vindas ou não e se quer dar de mamar logo depois do bebê nascer.

Assim, a mulher pode debater com o médico para que tudo fique esclarecido. O plano de parto não tem validade legal, como um contrato, mas aumenta as chances da mãe ter seu filho da forma como deseja. 'Não quer dizer que isso será obedecido, mas garante um questionamento jurídico se houver necessidade', explica a obstetriz Ana Cristina Duarte, uma das principais vozes do movimento de humanização do parto no país.

Se a mãe não tiver sua vontade respeitada ou sofrer algum tipo de violência no parto, ela deve exigir uma cópia de seu prontuário no hospital e denunciar o caso. É aconselhado escrever uma carta com os detalhes do ocorrido. 'Envie para a ouvidoria do hospital com cópia para a diretoria clínica, para a Secretaria Municipal de Saúde e para a Secretaria Estadual de Saúde', diz Duarte.

A obstetriz acrescenta que, se o parto ocorreu em uma maternidade particular, a diretoria do plano de saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) também devem ser comunicadas. 'Se for um caso grave, procure a ajuda de um advogado', afirma Duarte.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

25 anos da Mulieris Dignitatem e a identidade feminina em jogo

Meu objetivo neste post não é fazer um estudo muito aprofundado sobre a Carta Apostólica do Beato João Paulo II, mas sim refletirmos sobre esse valoroso chamado e de como o ser feminino tem sido deturpado por nossa sociedade durante estes 25 anos.
A missão particular da mulher está inteiramente ligada ao amor, como é citado no final da carta: "A mulher não pode se encontrar a si mesma senão doando amor aos outros." (MD,30). Todos foram feitos no Amor para o Amor, mas a mulher carrega em seu ser ontológico um dom especial para fazer este amor transbordar. Por mais divergente que tenha sido a criação de uma menina, ela sempre trará uma doçura e um cuidado particular pelo outro que não se encontra em um menino. A vida pode muitas vezes até endurecer e encobrir estas características, mas elas estão no cerne de todas as mulheres, e este cerne, nenhuma circunstância é capaz de alterar.
Mas o que ocorre hoje é uma campanha de desfiguração, onde a mulher pode ser qualquer coisa,menos o que ela verdadeiramente é. Os movimentos feministas sobretudo, com seu discurso cheio de ódio e rancor (o que no fundo é clamor por socorro, para que as feridas causadas no passado seja sanadas), acabam disseminando na mídia, no mundo acadêmico e dentro das famílias, uma cultura de "supremacia feminina", onde os homens são uns idiotas e apenas um adereço de satisfação sexual (atualmente para muitas,nem isso!). Tais posturas, por mais independência queiram demonstrar, são reflexo daquela dominação de Gn 3, ou seja, por mais que se tente exaltar a figura feminina em detrimento da masculina, ela acaba desfigurando-se e "masculinizando" a imagem da mulher, da pior forma.
Nossa vocação e dignidade estão em vivermos a nossa essência, como disse Santa Catarina de Sena "sermos quem devemos ser", e não o que os meios externos e distantes de Deus gritam aos nossos ouvidos. Viver o dom da maternidade, seja ela biológica ou espiritual, pois este é um presente que o Senhor deu somente a nós, e é absurdo querer rechaçá-lo. Quanto mais mulher nos tornarmos, mais homem nossos maridos, filhos, irmãos e amigos serão. Ser submissa, muito diferente do que o feminismo prega, é estar sob a missão do homem, ser base, ser sustento para ele cumprir seu chamado também. As mudanças necessárias para este mundo não estão em um embate, mas em caminhar lado a lado, complementando um ao outro, em um movimento de comunhão, aos moldes da Trindade.